Como funciona
Uma pedra, um sítio, uma luz no mapa
Portugal começa às escuras. Cada pedra deixada num sítio que pouca gente conhece acende esse sítio. Quem passar por lá daqui a um mês encontra a pedra, lê o endereço e descobre o resto.
Em quatro passos
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Imagem de exemplo
Pede um número
O site dá-te o próximo número livre. A primeira pedra de Portugal é a 1, a seguinte a 2. O teu fica teu para sempre.
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Imagem de exemplo
Pinta a pedra
Escreve nela o endereço com o teu número, com tinta permanente: entrepedrasepedrinhas.pt/
147 . Se quiseres, junta uma palavra tua. -
Imagem de exemplo
Deixa-a num sítio que pouca gente conhece
Um muro, uma fonte, um caminho. Tira uma fotografia com a pedra lá. Se quiseres, deixa ao lado um cartão a explicar.
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Imagem de exemplo
Publica, e o sítio acende
Envia a fotografia. Depois de a vermos, o sítio acende no mapa. Se fores o primeiro nessa terra, ficas lá como primeiro de sempre.
As fotografias desta página são exemplos, geradas por computador. Não são pedras verdadeiras.
As regras
Só a fotografia com a pedra é obrigatória. O nome do sítio, a descrição, outras fotografias e a tua alcunha ficam ao teu critério. Não pedimos conta, nem email, nem nome.
Vemos cada pedra antes de aparecer no mapa. Normalmente demora um ou dois dias.
O que não fazer
- Deixar pedras em propriedade privada sem autorização.
- Deixar pedras em monumentos classificados, em cima ou encostadas.
- Entrar em zonas protegidas sensíveis, como dunas, ninhos ou grutas.
- Fotografar caras de outras pessoas, matrículas ou o interior de casas.
- Escrever insultos ou dados de outras pessoas.
As fotografias que não cumprem ficam de fora. Dizemos-te porquê e podes enviar outra. Há mais detalhe em Privacidade e regras.
Perguntas frequentes
E se a pedra desaparecer?
Acontece. Quem passar por lá pode dizer se a pedra ainda lá está. Se duas pessoas disserem que já não está, o ponto fica cinzento no mapa. A terra continua acesa: lá esteve alguém, e isso não se apaga.
Preciso de conta?
Não. O teu telemóvel guarda uma chave que te liga às tuas pedras. Quando pedes o primeiro número, mostramos-te um código. Guarda-o: se mudares de telemóvel, é com ele que voltas às tuas pedras.
O que acontece à minha localização?
Usamos o sítio da fotografia para pôr a pedra no mapa. Em público, mostramos o ponto com uma folga de uns 100 metros. A fotografia é limpa de dados escondidos antes de sair do teu telemóvel. Não guardamos onde estás quando usas o mapa ou os passeios.
Quanto tempo demora a aparecer?
Vemos cada pedra antes de a publicar, para o mapa não se encher de coisas que não são pedras. Normalmente demora um ou dois dias. Recebes a notícia no teu caderno.
Posso deixar várias pedras?
Podes, cada uma com o seu número. Na tabela de quem mais acendeu conta quem chega primeiro a uma terra às escuras, não quem deixa mais pedras no mesmo sítio.
Encontrei uma pedra. E agora?
Escreve o endereço que está nela no telemóvel e toca em «Encontrei-a». Quem a deixou fica a saber. Depois, se quiseres, deixa-a onde estava, ou deixa tu uma pedra noutro sítio.
De onde vem
O Entre Pedras e Pedrinhas nasceu numa sala de aula. Os alunos do 3.º ano da Licenciatura em Administração de Publicidade e Marketing, da Escola Superior de Tecnologia, Gestão e Design da Universidade Politécnica de Portalegre, definiram este projeto desde a ideia até ao fim com o docente, na unidade curricular de Métricas de Marketing, no ano letivo 2026/2027.
A turma escolheu o tema, o nome e as funcionalidades por votação. Não tem publicidade nem patrocinadores: a pedra é o anúncio.